Sincopeças-SP entrega protocolo para reabertura de lojas de autopeças

 

O Sincopeças-SP entregou à Prefeitura de São Paulo, como signatário, juntamente com a Fecomércio, o protocolo para retomada das atividades, a ser adotado com objetivo de minimizar os impactos da pandemia de Covid-19

A proposta de protocolo sanitário foi elaborada com base em recomendações da OMS (Organização Mundial da Saúde), para retomada das atividades das lojas de autopeças na cidade de São Paulo.

 

A reabertura das lojas depende da aprovação desse protocolo e das possíveis alterações que venham a ser solicitadas pelos órgãos municipais. Até que isso ocorra, a orientação é que o comércio de autopeças permaneça atuando de portas fechadas, com entregas delivery e retirada de mercadorias por drive-thru.

 

Os ofícios foram encaminhados ao secretário Municipal de Saúde, Edson Aparecido dos Santos, ao secretário Municipal da Casa Civil, Orlando Lindório de Faria, e à secretária Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Pereira Cardoso de Sá Barabino, e visam a atender à exigência da Prefeitura de reabertura do comércio somente a partir da aprovação desse protocolo.

 

Desde a última segunda-feira (1/6), o Estado de São Paulo começou a retomada controlada das atividades econômicas e, de acordo com a classificação por regiões, algumas cidades iniciaram a abertura parcial de comércio e serviços.

 

Para tanto, a Prefeitura de São Paulo solicitou que os setores apresentassem sugestões de protocolos de saúde, higiene, regras de autorregulação, regras para fiscalização, política de comunicação e proteção aos consumidores e funcionários, que precisam passar por aprovação e validação.

 

Cumprindo tal determinação da capital paulista, o Sincopeças-SP, como signatário e juntamente com a FecomercioSP apresenta suas sugestões de protocolo para a cidade, com base nas recomendações da Organização Mundial de Saúde (OMS). Além disso, a Federação enviou ofício questionando o ônus da realização de testes laboratoriais para Covid-19 ao setor privado, tal como proposto no decreto publicado pela Prefeitura de São Paulo, uma vez que o empresariado já passa pela crise e tem tido dificuldade de manter os negócios.

 

A Entidade reitera que a reabertura parcial do comércio no Estado de São Paulo deve ser realizada respeitando as características regionais, em conjunto com a capacidade de atendimento da saúde, bem como analisando periodicamente as características de evolução da epidemia.

 

Assim, busca compreender os motivos que levaram o prefeito a adiar a reabertura, na cidade de São Paulo, por mais 15 dias, uma vez que já estava na área laranja (abertura parcial) do plano apresentado pelo governador.

Para a Prefeitura de São Paulo, conforme determinado em Decreto Municipal, a Federação envia sugestões de protocolos sanitários e de saúde com orientações para que lojas de rua, shoppings, concessionárias de veículos, escritórios e imobiliárias operem com segurança.

 

Dentre as sugestões para os setores, há previsão do uso de equipamentos de proteção por funcionários e clientes; disponibilização de álcool em gel e cartilha com as diretrizes sanitárias; distanciamento social de 1,5 metro; orientação para que não haja contato físico; horário de atendimento diferenciado para grupo de risco; restrição de viagens de negócios; proibição de eventos em larga escala; separação de lixo com potencial de contaminação (que contenham luvas e máscaras, por exemplo); restrições aos serviços de valet nos estacionamentos; dentre outras.

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