Delphi Technologies esclarece dúvidas sobre sensores de oxigênio

10/09/2019

 

 

 

 

 

O componente possibilita o equilíbrio da mistura de ar e combustível para melhor desempenho do motor e menor emissão de poluentes

 

O sensor de oxigênio tem como função monitorar a quantidade de oxigênio que está contida no gás do tubo de exaustão do motor e repassar esta informação para a unidade eletrônica de gerenciamento do motor. A unidade de gerenciamento, por sua vez, utiliza esta informação para trazer a relação de mistura ar/combustível para o valor estequiométrico, que é a relação ideal entre a quantidade de ar necessária para total queima do combustível.

 

Assim, o componente é uma das peças mais importantes para garantir o bom funcionamento do veículo. Um sensor de oxigênio velho e que apresente defeitos impede que o motor trabalhe com seu desempenho total. Além disso, ocasiona o aumento no consumo de combustível. A Delphi Technologies, que lançou recentemente dois novos modelos de sensores de oxigênio para o mercado de reposição, aplicáveis a diversos veículos das marcas Hyundai, Chevrolet, Volkswagen, Fiat e Toyota, responde algumas dúvidas sobre a peça.

 

Por que o sensor de oxigênio é também conhecido como sonda lambda?

Lambda (λ) é a razão obtida da relação ar/combustível real com a considerada ideal. O valor estequiométrico é a relação ideal entre a quantidade de ar necessária para total queima do combustível, que ocorre quando lamba é igual a 1. Este número diminui quando a relação está enriquecida, ou seja, há pouco oxigênio, e aumenta quando está empobrecida, ou com muito oxigênio.

 

Quando é preciso realizar a troca do sensor de oxigênio?

Acendimento da luz do sistema de injeção no painel, queda de rendimento, dificuldades na partida e falhas no motor são os sinais mais claros de problemas no sensor de oxigênio. Um dos principais fatores que levam ao desgaste desse componente é o uso de combustível de má qualidade. Sensores em más condições podem custar caro ao motorista, uma vez que causam danos em outras peças, como velas de ignição e catalisador.

 

O correto funcionamento do sensor resulta no consumo adequado de combustível, melhor desempenho do automóvel e nas emissões de poluentes dentro dos níveis estabelecidos pela legislação. É importante fazer a revisão periódica do componente uma vez por ano ou conforme orientação da montadora.

 

O sensor de oxigênio influencia no controle de emissão de poluentes?

Sim, já que este componente serve para medir a concentração de oxigênio resultante da combustão, avisando o sistema de injeção eletrônica qual a quantidade ideal de combustível para o motor, ocasionando um controle mais preciso do uso do combustível. Isso permite um melhor rendimento do motor, a redução do consumo de combustível e a consequente redução de poluentes emitidos.

 

Os sensores de oxigênio são normalmente montados no coletor de escapamento ou antes do catalisador. Em alguns veículos, há mais de um sensor de oxigênio, e esta peça adicional está localizada após o conversor catalítico, tendo a função de monitorar a emissão de gases poluentes.

 

Com a perspectiva do início do programa de inspeção veicular no Brasil, previsto para os próximos anos, se torna ainda mais importante a inspeção do correto funcionamento do sensor de oxigênio.

 

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