Visita à BorgWarner

29/07/2019

 

Jornalistas conhecem a fábrica e têm a oportunidade de montar um turbo

 

A BorgWarner, líder mundial em soluções de tecnologia limpas e eficientes para veículos de combustão, híbridos e elétricos, abriu as suas portas para receber os jornalistas da mídia especializada em sua fábrica em Itatiba (SP). No ano passado, a companhia chegou à marca de 5 milhões de turbos produzidos para veículos leves e pesados.  

 

Gerente de Vendas da BorgWarner, Vagner Devanzo, abriu o encontro fazendo uma projeção. “Em 2023, 52% dos veículos de combustão do planeta, 46% dos veículos híbridos e 33% dos veículos elétricos produzidos globalmente terão componentes da BorgWarner”.

 

Na sequência, Luis Fernando Pinto, supervisor de assistência técnica da BorgWarner do Brasil, apresentou o portfólio da companhia, uma combinação de diferentes tamanhos de turbo divididos em quatro linhas: Free Floating, Waste Gate, VTG (turbo de geometria variável) e Múltiplos Estágios.

E também o eBooster®, estágio do compressor com motor elétrico, com o foco de ter uma resposta do torque mais rápido. “Nós já temos aplicações do eBooster® na Europa. No Brasil, ainda não”, informou.

 

Ainda de acordo com ele, “nós estamos prontos para fornecer turbos compressores para veículos híbridos e trabalhando para melhorar, de acordo com a demanda estratégica das montadoras”. Ele também explicou que um dos impactos positivos de aplicação de turbo é o aumento da potência. Hoje, um motor 1.0 trabalha como se fosse 2.0, com maior torque em baixa rotação.  

“A tendência é a substituição de motores com maior potência por motores com torque. O apelo é do torque e não do motor, desvinculando a capacidade volumétrica”, esclareceu o supervisor. No dia a dia, a BorgWarner recebe os dados da montadora para a definição do turbo correto para cada aplicação, que passa por uma série de análises, entre elas, se o design é robusto e se trabalhará com as características do produto: temperatura e pressão.

 

Sobre o prazo para o desenvolvimento de um turbo, ele informou que ele varia, em média de 2 ou 4 anos, e o que demora mais é o prazo de validação. “Até porque desde a fase inicial é preciso criar um protótipo”. Após o almoço, os jornalistas conheceram as dependências da fábrica, entre elas, a sala de validação do produto e de aplicação, e também tiveram a oportunidade de montarem um turbo.

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