NGK fornece dicas sobre sensores de banda larga

16/01/2019

 

 

 

 

Componente que antes era restrito a veículos premium, agora começa a ser encontrado também em veículos mais populares e tem a função de identificar a exata relação ar/combustível

 

Atualmente, a atenção das fabricantes de veículos está voltada para a redução das emissões de poluentes e à eficiência energética. Dentro deste contexto, nos últimos anos, tivemos uma grande evolução tecnológica nos motores nacionais. A sonda lambda é um dos componentes que recebeu significativo aprimoramento, passando a ser do tipo linear, que muitos mecânicos conhecem como sonda de banda larga e tem por função identificar a correta relação ar/combustível, proporcionando ajuste mais preciso do sistema de injeção eletrônica. Mas, e na hora do reparo? Como é possível fazer a revisão? Qual o principal sinal de falha? Confira as dicas da NGK, referência mundial no setor automotivo, para realizar a checagem e substi tuição do produto de maneira correta.

 

O componente equipava apenas veículos do segmento premium, porém, agora, é de série em modelos mais populares, iniciando com o Volkswagen up! que utiliza a linha de motores EA211 turbo, ampliando para outras aplicações de veículos. De acordo com Hiromori Mori, consultor de Assistência Técnica da NGK, uma característica deste sensor é que ele trabalha associado a um chip controlador que normalmente está dentro do módulo de injeção. "Desta forma, é recomendado utilizar a mesma marca da sonda original. Verifique a correta aplicação na tabela NGKNTK”, explica Mori.

 

Neste sistema de injeção, o funcionamento é um pouco diferente dos sistemas convencionais. De acordo com a estratégia de trabalho do módulo de injeção (mistura rica, estequiométrica, pobre, homogênea ou estratificada). O sistema define um lambda ideal e compara com o lambda lido pela sonda, normalmente há uma margem de tolerância que geralmente é pequena. Um ponto de atenção é quando o veículo é calibrado para um combustível que não é o brasileiro. Como o combustível local contém etanol, às vezes fica muito perto do limite de tolerância sem que o veículo apresente algum problema.

 

O diagnóstico deste sistema é muito mais complexo. Quando há uma avaria, é necessário fazer um diagnóstico completo do sistema de injeção e seguir os procedimentos de testes estipulados pelo fabricante do veículo, normalmente o diagnóstico da sonda é por exclusão.

 

Com o objetivo de facilitar o diagnóstico e a realização dos testes, alguns fabricantes de equipamentos de diagnóstico, conhecidos como scanners já estão trabalhando para disponibilizar em suas plataformas os procedimentos de testes destes sistemas. 

 

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