Relações interpessoais, lide com conflitos e mantenha o equilíbrio

21/03/2018

Cresce a cada dia o número de empresas que investem na área. E essas habilidades costumam ser trabalhadas e exigidas

 

Nas palavras de Eduardo Shinyashiki, “ao longo da vida nos deparamos com diversas situações difíceis que nascem da convivência com as pessoas, como o estresse no trabalho e a crise no relacionamento. Quem impõe o que pensa tende a criar conflitos e não gera cooperação e integração com as pessoas”. 

 

Segundo ele, “o indivíduo utiliza o julgamento e a crítica na sua comunicação ao invés da compreensão e diálogo e acaba reagindo agressivamente na defesa da própria opinião. Entrar em uma discussão com atitudes mentais como “eu ganho, você perde”, “eu tenho razão, você está errado” e “eu falo, você fica calado”, claramente não ajuda a desenvolver relações positivas”. 

 

Caminho – “A base para resolver os conflitos é conseguir se comunicar e criar relações gratificantes e positivas com as pessoas. Para isso, a tolerância, a abertura ao diálogo e a aceitação do outro são fundamentais. É importante entender, ainda, que existe um ponto de equilíbrio para defender opiniões e fazer com que elas sejam respeitadas”, alerta Shinyashiki. 

 

Ele orienta que o primeiro passo é entender que o seu ponto de vista é diferente do outro. “Cada ser humano interpreta a realidade conforme suas crenças, experiências, educação e convicção. Lembre-se: antes de querer ser compreendido, compreenda o outro”. 

 

Postura corporal – A postura corporal, as expressões do rosto e os gestos são elementos que podem minar a harmonia e alimentar conflitos entre as pessoas. “A simples atenção a olhar nos olhos do outro, ao sorriso e a acompanhar a postura do interlocutor, já comunica a intenção de criar empatia, respeito e diálogo”, acrescenta.

 

Respiração – Para controlar as próprias emoções, um recurso simples e eficaz é a respiração. Shinyashiki sugere que “na sua rotina, faça 20 respirações conectadas: respire pelo nariz, de forma mais lenta e profunda que o normal, com expansão torácica e abdominal. Fazer esse exercício uma ou duas vezes ao dia ajuda a desenvolver uma maior consciência corporal”. 

 

E também, “saber controlar o ímpeto e o impulso do momento de falar antes de pensar, faz parte do caminho do autoconhecimento e do equilíbrio emocional, de saber agir ao invés de reagir”. 

 

Harmonia – “O primeiro passo para manter a harmonia e aprender a escutar o outro é compreender que o próprio ponto de vista não é necessariamente o mesmo do outro. Cada um de nós enxerga a realidade do seu próprio jeito, de acordo com a sua história pessoal e as suas experiências”, informa. 

 

Equilíbrio emocional – “A competência emocional, a maturidade emocional, o conhecimento das próprias emoções, a percepção de como e quando elas acontecem em nossa vida, levam à harmonia com as pessoas, a identificar o que é importante e relevante e a trabalhar em equipe de forma mais flexível e produtiva”, comenta.

 

Para finalizar, Shinyashiki diz que “aprender a olhar e ouvir o outro só pode acontecer quando o indivíduo cultiva o hábito de aprender a olhar e ouvir a si mesmo. Ou seja, para que diminuam os conflitos é fundamental que as pessoas, antes de qualquer coisa, conheçam a si mesmas”.

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