SOLUÇÃO DE TREPIDAÇÃO, PODE SER MAIS SIMPLES DO QUE SE ESPERA

16/02/2018

 

Reparador relata caso de uma Discovery 4 em que o aperto excessivo das rodas se confundiu com um problema no sistema de freio

 

Alessandro de Souza, mais conhecido como Kiko, proprietário da Tecnocar Mecânica, de Brusque-SC, fala a respeito de um caso em que ficou provado mais tarde que um procedimento correto executado na sua oficina faz a diferença. “Um cliente nosso chegou aqui pedindo para que fizéssemos a revisão na sua Land Rover Discovery 4. É um carro que costumeiramente apresenta sempre algum probleminha, tanto ciclo otto como diesel”.

 

Realizada a revisão, o cliente foi para casa e depois de 45 dias voltou reclamando de trepidação no volante e na carroceria no momento em que acionava o pedal de freio. “Bem, como tínhamos efetuado a troca das pastilhas e discos de freios, conversamos inicialmente com o cliente para saber como e quando acontecia essa trepidação reclamada”, diz Kiko.

 

Embora o tempo decorrido, “chamou a nossa atenção o fato de os pneus do veículo  serem novos.  E o cliente justamente disse que o problema tinha começado um dia antes da visita à oficina, quando trocou os pneus do carro. O cliente tem empresa em Brusque, mas mora em Balneário Comboriú. Logo desconfiamos de torque excessivo no aperto da roda”, conta o empresário.  

 

Aproveitando a presença dele, “procedemos o afrouxamento das rodas, que de tão apertadas tivemos que usar um cano de aproximadamente três metros e ainda fazer muita força. Aliás, em uma das rodas, quebrou até o cachimbo. Afrouxamos as rodas e fizemos o aperto com o torquímetro como manda o fabricante. Saímos para andar com o cliente e o problema foi solucionado”, conclui ele.

 

Sem pneumática -  Kiko quase não usa pneumática na sua empresa por conta de um problema acontecido com ele há 10 anos. “Eu tinha um Jeep Suzuki Vitara e como não fazia alinhamento e balanceamento, o levei para uma oficina. Após 10 mil km, voltei para que fosse feito o rodízio... e qual foi a minha surpresa quando disseram que os parafusos da roda estavam espanados. Aí, disse que ninguém tinha mexido nas rodas. Ainda por lá, vi que usavam pneumática. A partir desse momento, as rodas de todos os veículos aqui na minha oficina são apertadas via torquímetro”.

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