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Manutenção pode evitar acidentes em dias de chuva

As chuvas e a falta de conservação comprometem a qualidade do asfalto de ruas e estradas neste período do ano. O asfalto ruim potencializa o risco de acidentes já que a água da chuva pode esconder grandes buracos. Já é percebido um aumento considerável de clientes em centros automotivos à procura de alinhamento e balanceamento devido a essas surpresas inesperadas.

Outra parte dos veículos também muito prejudicada e podem causar acidentes com a chuva é o sistema de escapamento. Os impactos e solavancos podem sobrecarregar o sistema de fixação do escapamento. Um coxim que se solta ou quebra, caso não seja trocado, pode comprometer não só o escapamento, como para-choque e assoalho. Para evitar o agravamento dos danos que vão ocasionar quebras maiores, é recomendável proceder a troca do elemento danificado imediatamente.

Com as chuvas o sistema de escapamento sofre também por conta da diferença de temperatura entre o ambiente e os tubos do escape. Esse choque térmico acelera o desgaste de peças causando acidentes por causa da chuva.

É necessário que uma manutenção periódica seja feita, evitando preocupações e gastos futuros. “Quando o motorista notar alterações no nível de ruído do veículo, caracterizado por sopros de gases, chocalhos no catalisador, som estridente, ressonâncias ao trocar marchas, entre outras, e também quando sentir que o veículo está com baixo rendimento (amarrado) ou com excesso de consumo de combustível, é recomendável checar o sistema de escape”, explica o gerente de Engenharia e Qualidade da Mastra Escapamentos e Catalisadores, Valdecir Rebelatto.

A Mastra, líder em tecnologia para sistemas de exaustão, salienta a necessidade de cuidados com sistema de exaustão dos automóveis, pois sua manutenção garantirá economia em consumo de combustível, diminuição das emissões de poluentes e menos riscos à saúde, causados pela poluição do ar.

O sistema de exaustão de um automóvel é composto por peças interligadas, chamadas de: tubo dianteiro, catalisador, silencioso intermediário e silencioso traseiro. A função desses componentes é reduzir a emissão de gases provenientes do motor, assim como controlar seu nível de ruído. Quando danificado, a substituição pode ser parcial, ou seja, apenas algumas das partes que compõem o sistema podem ser trocadas.

A vida útil dos escapamentos originais é de cerca de dois anos, pois com o tempo de uso é natural a deterioração. “O mau funcionamento do sistema de exaustão colabora com o aumento direto do consumo do combustível, além de causar uma mudança nas taxas de contrapressão, que provocam alterações no sistema de injeção, arraste de óleo do motor e desgaste prematuro de peças”, explica Valdecir Rebelatto.

O catalisador também é avaliado durante a Inspeção Ambiental Veicular, que ocorre na cidade de São Paulo, para saber se a carcaça está no local. Na análise de gases, com uma sonda colocada na saída do escapamento do veículo, serão verificados os níveis de emissões de monóxido de carbono e hidrocarbonetos, para saber se o catalisador está operante. O veículo pode ser reprovado na inspeção caso sejam constatadas alterações ou imperfeições.

Troca do escapamento

Quando o proprietário do automóvel notar alterações no nível de ruído do veículo, caracterizado por sopros de gases, chocalhos no catalisador, som estridente, ressonâncias ao trocar marchas e também quando sentir que o veículo está com baixo rendimento (amarrado) ou com excesso de consumo de combustível é recomendável checar o sistema de escape em um centro automotivo especializado.

Troca do catalisador

Um catalisador genuíno, que vem no veículo novo, tem durabilidade mínima de 80 mil quilômetros. Trincas, quebras, derretimento e entupimento da cerâmica também são sinais para a troca imediata, além da não conversão dos gases. Os catalisadores para o mercado de reposição têm durabilidade mínima de 40 mil quilômetros conforme regulamentação do CONAMA. A verificação deve ser feita por profissionais especializados em oficinas e centros automotivos.

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