Distribuidores de peças da Europa estão preocupados com a reparação de automóveis – Revista Reparação Automotiva

Distribuidores de peças da Europa estão preocupados com a reparação de automóveis

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Distribuidores de peças da Europa estão preocupados com a reparação de automóveis

Distribuidores de peças da Europa estão preocupados com a reparação de automóveis
Estudo mostra que os modelos de acesso de dados de back-end externo dos fabricantes de veículos podem gerar custos de até 65 bilhões de euros em 2030

A FIGIEFA (Federação Internacional de Distribuidores de Peças de Reposição Automotiva), divulgou u m estudo o qual revela que o “Veículo Estendido” (ExVe) com servidores de back-end externos, conforme promovido por fabricantes de automóveis, causaria prejuízos para o segmento de reposição independente e consumidores, que pode chegar a 65 bilhões de euros em 2030.

O novo estudo “A transformação digital automotiva e os impactos econômicos dos modelos existentes de acesso a dados” 1, publicado pela FIA Região I, avalia as consequências econômicas de longo prazo dos atuais modelos fechados de acesso a dados promovidos por fabricantes de veículos. Ele ressalta que, os impactos negativos de tais modelos nos prestadores de serviços pós-venda independentes permitirão aos fabricantes de automóveis uma maior integração no segmento e, por sua vez, oferecer-lhes um controle muito mais forte sobre as relações com os consumidores finais. Isso teria o efeito de, em última instância, reduzir a escolha do consumidor, a concorrência e os benefícios sociais de um setor automotivo próspero. Isso aumentaria gradualmente os custos e, em 2030, resultaria em perdas de 33 bilhões de euros para os operadores de pós-venda automotivos independentes europeus e em custos adicionais de 32 bilhões de euros para os motoristas.

Modelos de acesso de dados proprietários, onde os fabricantes de veículos têm acesso privilegiado aos automóveis e dados onde terceiros só podem acessar os dados do veículo por meio de um servidor de back-end externo sob a governança dos fabricantes, levantaram preocupações entre os consumidores, empresas independentes e a Comissão Européia sobre os últimos anos.

Fonte: Sindirepa-SP/ FIGIEFA

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