Profissional insubstituível. Reparador automotivo está nesse seleto grupo – Revista Reparação Automotiva

Profissional insubstituível. Reparador automotivo está nesse seleto grupo

Profissional insubstituível. Reparador automotivo está nesse seleto grupo

De problemas ao pé do ouvido a um nível de conhecimento cada vez mais sofisticado, ele garante a segurança de veículos e pessoas

Dos tempos em que o problema do carro era percebido apenas pelo ouvido, aos dias atuais em que a tecnologia tomou conta dos veículos e muito mais está por vir, o profissional mecânico teve que se reinventar e se adaptar a uma nova realidade. Veículos mais sofisticados têm exigido reparadores cada vez mais qualificados que não serão substituídos pela tecnologia, o reinado dos mecânicos não deixará de existir, porém, mudanças estão por vir.

“A profissão de mecânico irá mudar, de forma sem precedentes no setor. Creio inclusive que será a função mais impactada dentre as demais profissões dedicadas ao segmento automotivo. A principal responsável por essa mudança é justamente a evolução tecnológica pela qual passa o mercado, não apenas no contexto técnico de novos sistemas automotivos embarcados nos veículos, mas também na mudança de processos e no comportamento do consumidor”, afirma Alexandre Costa, diretor da Alpha Consultoria.

Ele considera que essa mudança será tão impactante que na própria denominação “mecânico” estará subentendida não apenas a atividade técnica de manutenção, mas também a capacidade de solucionar problemas, que serão cada vez mais complexos, e habilidade de atender as necessidades de um cliente muito mais exigente e conectado.

“Para tanto, será necessário que esse novo profissional esteja alinhado com o que há de mais moderno em relação à prestação de serviços, como softwares de diagnóstico e realidade aumentada, esteja familiarizado com aplicativos e produtos mobile, e tenha conhecimento dos mais atuais sistemas automotivos. O mecânico, como conhecemos, dará lugar a um profissional muito mais completo, preparado para atender as novas demandas impostas pelo mercado”.

Essência do setor

Nas palavras do consultor Rodimar Marchiori, da Marchiori Consultoria e Assessoria, a essência do setor de reparação automotiva é o mecânico. “É esse profissional que movimenta o segmento, determina a necessidade de manutenção que gira o estoque da indústria de reposição, da autopeças, é ele quem faz o teste de qualidade das peças de reposição, ele quem descobre falhas da engenharia dos fabricantes de automóveis”.

E, ainda, “é ele quem aconselha e orienta o proprietário do veículo sobre a necessidade de manutenção, e é ele quem recebe a difícil missão de falar a respeito dos gastos com manutenção, muitas vezes para um cliente que comprou o veículo que não poderia manter. Aos poucos, o mecânico está reconhecendo seu valor e importância, conquistando o espaço que merece, afinal, é a mola propulsora do setor”.

Marchiori ressalta que a base da manutenção é informação de qualidade, por isso, a necessidade de o mecânico se atualizar sempre. “Ao mesmo tempo em que o automóvel avança em passos largos com alta tecnologia para ofertar mais desempenho aos clientes, a informação a respeito da manutenção deve acompanhar. A qualidade de um mecânico está relacionada ao maior nível de solução que ele oferece, os problemas que estão surgindo são muito mais complexos que no passado, sistemas interligados e com alto nível de programação fazem do veículo um computador sobre rodas”.

Balanço e perspectivas

O ano praticamente terminou. Desafiador para alguns e positivos para outros, a esperança está em um 2020 melhor. “Foi um ano muito instável, com muitos altos e baixos, medos e insegurança financeira, os clientes só realizaram a manutenção do carro na extrema necessidade e o mínimo possível, também tivemos muitas novidades com a chegada dos híbridos. Esperamos que em 2020 tudo esteja mais calmo e estável para que possamos ter acesso a mais benefícios e fazer novos investimentos para melhorias em nossas empresas, gerando mais oportunidades”, afirma Keller.

“Acompanhando o cenário da nova política e da economia do Brasil, 2019 não foi 100%, mais foi um ano bom e confiante. Se Deus quiser, em 2020 a economia do País estará em crescimento para todos os segmentos e para todos do nosso Brasil”, deseja Zete. “Não podemos ou conseguimos esquecer que estamos passando por um momento ou tempo onde as coisas têm acontecido muito mais rápido do que aconteciam há uma década. Apesar das dificuldades do ano que está findando, posso dizer que foi muito bom. Acho que depende muito mais de nós reparadores que estamos à frente das nossas oficinas, mais do que do próprio mercado em si”, diz Alencar.

“O mercado de reparação e ainda mais a gestão da oficina passa por altos e baixos. Foi muito aprendizado em 2019 que nos deixa enraizado, uma semente foi plantada. Certamente, iniciaremos 2020 molhando nossa semente com uma esperança renovada e, claro, sempre buscando fazer da melhor forma. Aprendi que “A especialização de segmento” é a credibilidade futura. E com a Aesa-SP trazemos um novo conceito para nossos associados em ter a melhor associação de reparadores com um conceito da nova geração “Z”, a busca pela excelência sempre vai prevalecer”, expõe Pavesi.

“Se existe um segmento do setor de veículos que sente menos a recessão em nosso País, esse é o da reparação automobilística em geral. Neste ano, as oficinas trabalharam bastante, percebemos um crescimento de cerca de 12% e prospectamos um aumento de 12% a 15% em 2020”, antecipa Sheik. “2019 está sendo um ano bom, atendou as minhas expectativas do começo, de conseguir ficar estável e não no vermelho. E que 2020 seja bom, é preciso se manter sempre firme e agradecer a Deus por tudo”, diz Chiquinho.

“2019 foi bem bacana para nós, de muitos desafios, aprendizados e novos conhecimentos. Foi o ano que eu mais consegui sair da empresa para poder participar de palestras e treinamentos. Também consegui reestruturar melhor a minha equipe e os processos internos da empresa. Na posição que a Seiko Automotive se encontra, eu tenho para mim que 2020 será bem gratificante e igualmente pensando como grupo, estamos bem otimistas para o próximo ano”, afirma Taniguti.

“2019 foi bastante conturbado para a economia como um todo. Mas apesar disso, estamos conseguindo fechar o ano com saldo positivo quanto aos objetivos desenhados no final de 2018. Em 2020, vamos continuar investindo em nossa empresa, buscar a excelência técnica e comercial adequada à nova realidade do mercado. E também, traçarmos metas que sejam possíveis de alcançar, procurar estar sempre atualizado e antenado para as novidades do setor e, antes de tudo, acreditar naquilo que estamos nos propondo a fazer. Acredito que será um ano muito bom para nossas empresas”, prevê Veríssimo.

“Foi um ano bastante desafiador para nós, como também para todos os outros setores da economia. Notamos um ano muito oscilante, tivemos meses com uma ótima produtividade e outros com um rendimento menor. Apostamos muito no Brasil e o nosso segmento sofrerá uma mudança em breve, só não sabemos ainda quando. As empresas mais organizadas e mais atentas ao mercado irão sobreviver. 2020 igualmente será desafiador, mas vamos apostar no nosso negócio, pensando não apenas em vender para os clientes, mas em orientá-lo a respeito da manutenção necessária em seu veículo. Mesmo de componentes que você não trabalha, como, por exemplo, pneus”, orienta Billy.

“Quem soube aproveitar as oportunidades desse mercado, pois muitos deixaram de comprar veículos novos e estão fazendo a manutenção, ainda que com dificuldades financeiras, percebemos que várias oficinas cresceram bastante nos últimos quatro anos, inovaram e estão se destacando. Precisamos nos manter atualizados e antenados ao setor, não somente na parte técnica, como também na parte comercial e de inovação. Acredito que 2020 será melhor, o cenário já tem mostrado isso, tanto que este ano foi um pouco melhor que 2018”, compara Natal.  

Para finalizar, Kiko comenta que 2019 não foi tão bom e nem tão ruim. “Notamos que em alguns meses atingimos e até passamos a nossa meta facilmente, em outros messes empatamos ou ficamos abaixo dela. E assim foi variando. A expectativa para 2020, pelos últimos anos terem diminuído as vendas de veículos zeros, é começar a aumentar a procura pela manutenção. Agora, os carros começam a sair do período de garantia e a expectativa que temos para 2020 é que as coisas melhorem para o nosso segmento”.

Confira, a seguir, os depoimentos de quem está no dia a dia da profissão, à frente das oficinas, liderando equipes e fazendo parte de grupos em prol de um setor melhor.

“O mecânico tem um papel fundamental no setor automotivo. É o profissional especializado responsável pela manutenção preventiva e reparação dos veículos, assegurando o bom funcionamento do automóvel, contribuindo para a segurança nas ruas e estradas e, principalmente, à do condutor e todos à sua volta. É indispensável que ele esteja sempre atualizado e utilize produtos de confiança e qualidade. O sucesso do trabalho do mecânico depende diretamente dos conhecimentos técnicos que ele possui. Os seus principais desafios são: ter bons conhecimentos técnicos, oferecer um atendimento de qualidade, manter o ambiente limpo e organizado, realizar uma boa gestão financeira sendo ela eficiente, saber como atrair e manter clientes e utilizar tecnologia no trabalho. O mais gratificante da profissão são os elogios e indicações, isso demonstra o quanto seu trabalho foi bom. E o círculo de amizade que se forma muitas vezes”, Michael Keller, do GRAE

“Dá para pensar como seria se não houvesse este profissional? Quando empresário, ele é um grande contribuinte de impostos. Quando é colaborador, é transferida toda a confiança da empresa sobre ele, a qual vai executar um serviço de excelência. Para refletir, quanto custa seu veículo? É um patrimônio elevado e não é um ferro de passar roupa, que se queimar joga fora e compra outro. Os desafios da profissão são vários. O que alavanca a economia é uma linha de crédito com taxas e juros mais baixos. O desafio é trabalhar quase sem recursos financeiros e cumprir com suas obrigações, além das dificuldades para adquirir máquinas e ferramentas. Mas se organizando, tudo dá certo. E o mais gratificante desta carreira é a propaganda, a indicação do seu cliente. ‘Eu só levo o meu carro lá, eles vão resolver porque são muito transparentes no que fazem’. Isso é muito gratificante, mostra que você está no caminho correto”, Antonio Donizete dos Santos, o Zete, da ARVAR

“A profissão de mecânico é muito importante em nossa sociedade, pois mantém a frota circulante em condições de rodar com segurança para os usuários e agredindo o mínimo possível o meio ambiente. Os desafios para os profissionais reparadores serão o avanço da tecnologia e a mudança das relações comerciais. Além da atualização técnica para dominar os novos sistemas embarcados nos veículos, os mecânicos precisarão saber como interagir com uma relação comercial mais preditiva. No novo modelo, muitos clientes chegarão direcionados por aplicativos com orçamentos já fixados, prazos e forma de pagamento definidos. E os pontos gratificantes da carreira são a superação do desafio técnico e a certeza de estar contribuindo para a melhoria das condições de vida das pessoas”, José Antonio R. Veríssimo, da Rede Bosch Car Service e do Grupo dos 11

“A importância de nossos mecânicos na reparação automotiva é eles estarem sempre preparados para os veículos que deixarem as concessionárias em garantia. Por isso, nós temos que estar sempre atualizados para atender a demanda. Os desafios são grandes nesse mercado competitivo, temos que manter o foco em gestão, qualidade e no bom atendimento. A dificuldade que eu vejo nesta profissão é o desinteresse, e o ponto mais gratificante é manter a empresa em ordem, quando eu fecho as planilhas mensais e vejo que o meu fluxo de caixa está bom”, Francisco Severiano Alves, o Chiquinho, do Romat

“Estou no mercado há 15 anos e reconheço que devemos evoluir muito para mostrar nossa força nessa classe, mostrar a nossa importante profissão, com tanta tecnologia presente nos veículos, como ser diferente entre muitos. Nosso ciclo de carros sempre vai gerar uma demanda, assim nossa classe tem a ousadia de prestar sempre o melhor serviço aos clientes. Um dos desafios é por onde começarmos a nos atualizar. A atualização ocorre na aceitação da necessidade de si mesmo, no setor estamos seriamente com essa dificuldade, é preciso uma atualização constante. As grandes marcas, os fabricantes, devem olhar com mais carinho para o segmento e acompanhar de perto as necessidades e dificuldades no nosso dia a dia. E como não ficar satisfeito ou mesmo feliz, quando um elogio vem de um cliente, ou quando é solucionado um defeito que lhe tirou o sono? Esta é a felicidade estampada para a nossa classe é o que gera o nosso amor à profissão”, Max Filipe Pavesi, da AESA, e seu pai, Alcides Pavesi.

“Desde os primórdios é o mecânico quem cuida dos veículos após o período de garantia, para nós que somos reparadores multimarcas, nós temos que conhecer tudo, precisamos resolver o problema do veículo do cliente, tem que ter competência e capacidade para isso. O grande desafio hoje para o reparador independente é justamente isso. E as dificuldades ainda estão na falta de informações por parte das montadoras, elas deveriam fazer cursos e palestras para os mecânicos independentes, afinal, somos nós que damos continuidade à sua marca. Somos sobreviventes de uma guerra, todos os dias é uma luta. A evolução automotiva tem vindo a uma grande velocidade, somos guerreiros. O desafio é aprendermos coisas novas todos os dias. O mais gratificante é que o que plantamos lá atrás, hoje estamos colhendo. A categoria tem mudado muito, depois que começaram a surgir os grupos de oficinas mecânicas, principalmente com a mentalidade dos empresários e dos mecânicos. Antes, ser reparador era uma opção para quem não tinha emprego, atualmente ser mecânico é muito mais do que isso”, Daniel Taniguti, do Comesp

“Ao longo dos meus 63 anos e com pelo menos 50 anos de profissão, eu venho acompanhando todas as evoluções do mundo. Sempre foi de grande importância a profissão de mecânico, tão nobre e que exige muita capacidade. Eu sempre digo que o mecânico é tão importante para o carro, como é o médico para a família. Tudo o que o homem movimenta como meio de transporte é por veículos, e até chegarmos à tão sofisticada tecnologia que já se pratica, os híbridos e elétricos, e tantas outras coisas que virão, como os drones, o reparador tem a responsabilidade de fazer algo que fique em perfeitas condições, para que nada impeça o meio de transporte com qualidade e segurança. Entendo que hoje a informação está ao alcance de todos nós, em qualquer área que seja. Nós temos a informação nas palmas das mãos pelo celular, não vejo nada que impeça o profissional deste ramo de se atualizar diariamente. É preciso ter amor pelo que faz, dedicação e seriedade. E a maior gratificação é a satisfação do cliente”, José Luiz Guimarães, da ABC da Mecânica

“Aquele que presta o seu serviço de uma forma eficaz, honesta e é um mecânico idôneo tem uma importância fundamental. Na parte de segurança, a importância do reparador é enorme. O nosso desafio é quebrar o estigma de que o mecânico é aquele que não ia para escola, por isso escolheu esta profissão, até porque nos últimos tempos, como cada vez mais a tecnologia empregada nos carros é muito grande, o reparador precisa ter conhecimento técnico, precisa ter uma boa leitura e muitas vezes até conhecer um pouco outra língua para traduzir alguns manuais e fazer uma boa manutenção. A nossa dificuldade é o acesso às informações técnicas das montadoras, elas realmente precisam olhar para esta questão, até porque não têm condições de manter as concessionárias para atenderem todos os veículos vendidos. O mais legal da nossa carreira é que ela não tem monotonia e o mais gratificante é quando conseguimos entregar um trabalho que surpreende o cliente, isso é a maior satisfação. Também é gratificante vermos três gerações dentro da nossa oficina, isso significa que a gente trabalha com seriedade, que o cliente reconhece o nosso trabalho. Eu trabalho por amor à profissão”, José Natal da Silva, do GOE

“Infelizmente, todo mundo vê o mecânico como o cara que você levará o seu carro para gastar dinheiro, temos que mudar isso, pois é ele quem cuida da família das pessoas. O mecânico é peça fundamental para a segurança da sociedade, um serviço bem executado é um veículo com menos risco de quebra e acidente. O principal desafio da profissão é a parte de atualização, a busca por informações técnicas de qualidade está cada vez pior, vemos muitos profissionais que infelizmente estão parando de estudar e se atualizar, focando em ver vídeos no YouTube, por exemplo, buscando receita pronta de bolo. Acho que a classe está ficando um pouco refém da internet. Para a nossa profissão, o mais importante é o retorno do cliente. Eu tive um caso de um cliente que não queria fazer a limpeza do sistema de freio traseiro e questionou  a troca da pastilha dianteira pela de cerâmica, expliquei que era por uma questão de segurança, mesmo ela um pouco mais cara que a convencional. Convencido, fizemos o serviço completo. Tempos depois ele retornou à oficina nos agradecendo, dizendo que por pouco na estrada ele não sofreu um acidente ao precisar fazer uma freada brusca. Um feedback como esse é muito gratificante”, Alessandro Souza, o Kiko, da Mecânica Premium

“A reparação automotiva é uma classe que movimenta muito no Brasil, não só na prestação de serviço, mas também para o comércio de peças. O mecânico é fundamental na prevenção de acidentes, uma manutenção bem efetuada e um cliente bem orientado previnem muitos acidentes. Os desafios são grandes no nosso dia a dia, nenhuma manutenção é igual a outra, existe um padrão de análise e procedimentos, porém, a condutividade do veículo é diferente. Uma grande dificuldade que vejo hoje é o incentivo ao treinamento ou à formação de mão de obra, a nossa classe tem uma faixa etária média de 35 anos, ela está envelhecendo, e o nosso desafio é dar a oportunidade para os jovens ingressarem na nossa profissão e igualmente entender por que eles não têm interesse por esta carreira. A mensagem que eu deixo a todos os reparadores automotivos é: Nós temos que apostar na nossa profissão, temos que levantar a nossa bandeira, participar de associações e encontros. Somos donos no nosso próprio negócio e temos que defender nossa classe”,

Roberto Turatti, o Billy, presidente do Conselho do NEA/ARVESC SC, e vice-presidente da AMPB, Associação das Mecânicas Premium do Brasil

“A nossa frota circulante é de 47 milhões de veículos (leves, comerciais e pesados), com idade média de 8 a 9 anos, e mesmo quando há crise, o setor não para de crescer. Imagine 47 milhões de veículos sem manutenção. O maior desafio é o conhecimento técnico, a evolução dos automóveis fez com que o mecânico precisasse se atualizar diariamente, principalmente os que trabalham com multimarcas. São muitas informações e percebemos uma falta de gestão de pessoas. É muito trabalho e pouco tempo para se atualizar. As fábricas de autopeças têm oferecido treinamentos pelo Senai e para os grupos de oficinas direcionarem os seus treinamentos. O mais gratificante é que já estivemos em uma situação na qual o reparador não gostava de estudar, isso mudou. Hoje, quando desmontamos um propulsor, por exemplo, vimos peças sujas e desgastadas, medimos todas elas, trocamos o que é necessário e fazemos ajustes e montamos o propulsor. Quando damos a partida e ele entra em funcionamento, isso é sensacional. Como também é quando um defeito do carro é resolvido pelo ouvido do mecânico ser afinado”, Edson Benevides, o Sheik, do Grupo RAE

“Os mecânicos são de extrema importância para o mercado, pois exercem um trabalho fundamental para que o sistema funcione perfeitamente. Imagine o que seria sem os mecânicos de ônibus, caminhões, máquinas, motos e o próprio automóvel? Com certeza a economia teria uma perda significativa. Considero como o principal desafio a falta de mão de obra capacitada e atualizada para entendemos com mais agilidade e rapidez as mudanças que vêm acontecendo na reparação automotiva. E uma das principais dificuldades é a falta de informação para diagnóstico de problemas, principalmente, nos veículos mais novos. Já o ponto mais gratificante da nossa profissão é, sem sombra de dúvidas, o feedback que recebemos todos os dias dos nossos clientes e amigos pelos serviços prestados com o máximo de excelência e profissionalismo. Não esquecendo que sempre podemos melhorar”, Claudio José de Alencar, da ABRA.

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