Muito mais que uma revista! Conectando fabricantes e reparadores – Revista Reparação Automotiva

Muito mais que uma revista! Conectando fabricantes e reparadores

Muito mais que uma revista! Conectando fabricantes e reparadores

Reparação Automotiva – Gostaria que você falasse um pouco da sua formação e experiência como empresário e como estão sendo esses anos à frente da Revista Reparação Automotiva, quais foram os maiores desafios, as principais conquistas, etc.

Flávio Guerra – Sou formado em Administração de Empresas e tenho mais de 25 anos de experiência no mercado de reposição de autopeças em empresas de grande porte, como Cofap, Dana e General Motors. Abri a Zmix Marketing Estratégico há cerca de 15 anos para atender a uma necessidade do setor relacionada à contratação de promotores, e há quatro anos tornei-me gestor da Revista Reparação Automotiva. Sob a nossa gestão, a revista já se transformou algumas vezes, isso para atender a um mercado que também muda constantemente.

RA – Pediria que você fizesse um breve relato da história da publicação, como se deu a sua consolidação e quais foram os diferenciais que fizeram a revista se destacar.

FG – A meu ver, o grande diferencial da revista é o conteúdo alinhado à realidade do setor, baseado no tripé: mercado, gestão e técnica. Nestas seções, mensalmente, trazemos novidades de indústrias de autopeças (1), dicas que auxiliem o reparador na gestão da sua oficina (2) e informação técnica que abrange cinco importantes seções (3): Motor, Freio, Suspensão, Elétrica e Transmissão, compreendendo o carro como um todo. Além disso, estamos sempre de olho no que está por vir no mercado. 

RA – Aproveitando esse tema, gostaria que você realizasse um balanço de como está posicionada a publicação hoje, haja vista o número e qualidade de concorrentes, e o que o mercado editorial ainda pode esperar.

FG – Sem dúvida, a Revista Reparação Automotiva está entre as melhores mídias direcionadas, os nossos números são expressivos e temos dados que comprovam esse crescimento. Além disso, temos os números digitais que validam a nossa mídia. Nós tivemos um crescimento do digital, então, essa parceria entre impresso e digital nos credencia a estar entre as melhores do setor. E nós temos inputs de reparadores querendo receber a revista impressa, parceiros bastante satisfeitos, leitores que dão feedback sobre os temas, etc. 

RA – Com a facilidade de acesso à informação instantânea, você acredita na manutenção dos veículos impressos? Se sim, o que será preciso para agregar valor a eles?

FG – Não vendendo o peixe, mas já vendendo: o impresso é muito importante para o nosso mercado. A Revista Reparação Automotiva tem uma enorme credibilidade, IVC, Anatec, Mídia Dados, etc. E pelas características do leitor, o impresso ainda tem vida longa no setor. Isso se dá pelas características do nosso leitor e por sermos uma mídia segmentada, temos vida longa. Quem sofreu muito no impresso foram as mídias de massa que foram absorvidas pelos grandes veículos digitais.  

RA – Recentemente, a IBR Editora decidiu-se pela gestão única e exclusiva da Revista Reparação Automotiva. Gostaria que você comentasse sobre essa estratégia e como está constituída a sua área comercial.

FG – Há pouco meses, nos tornamos gestores únicos da revista e junto a essa mudança apresentamos uma nova filosofia de trabalho no intuito de promover eventos com reparadores, fazer a conexão das fábricas com o mercado, buscar investir nas áreas digital e na produtora IBR. A gestão segmentada permite focar no reparador, em termos pessoas envolvidas na criação, no marketing, em vendas, que entendam da reposição e que estejam ligadas ao reparador. São especialistas que conhecem do mercado, da reparação, de oficinas.  

RA – Na sua opinião, com base no conhecimento adquirido da vivência no mercado em centros automotivos e oficinas mecânicas, quais foram as principais mudanças ao longo desses anos?

FG – Como os veículos mudaram muito, eu vejo como uma das principais mudanças o fato de os mecânicos terem saído em busca de aperfeiçoamento. Outra coisa que mudou muito foi o perfil do consumidor: muito mais mulheres na oficina, muito mais exigentes. E o próprio mecânico mudou a sua percepção como profissional e gestor, é algo que vem mudando para acompanhar o mercado. E também temos um setor que corre em volta das oficinas que é o de frotas, um mercado diferente que o reparador precisa estar pronto para atender.   

RA – Para tornar o segmento ainda mais profissional, o que você entende que seria o papel da indústria de autopeças dentro desse contexto, quais são as ações em médio e longo prazos que poderiam trazer resultados satisfatórios?

FG – Até mesmo por conta da minha formação em Administração de Empresas, eu digo que invistam em gestão, em capacitar os donos de oficinas para se tornarem gestores e caminharmos no processo de sucessão. Para mim, o foco deve estar na continuidade. Eu, se fosse fabricante, estaria buscando capacitar e auxiliar as oficinas em gestão, seja ela administrativa, de clientes, de marketing. Falo com a propriedade de quem fez parte de um projeto durante seis anos com o objetivo de capacitar donos de distribuidoras. 

RA – Junto à revista, a IBR Editora criou um programa de ações que visa conectar fabricantes de autopeças a reparadores. Fale dessas ações e como o segmento pode usufruir delas.

FG – O Programa Reparação foi desenvolvido e pautado pela experiência de mercado e, principalmente, pelo fato de os fabricantes buscarem, cada vez mais, o contato com o reparador. Mesmo nesse mundo digital, eles buscam estar próximos desse profissional. Então, esse programa foi desenvolvido para que tenhamos ações no impresso, digital, vídeo e presencial para dar um “boom” nas ações de marketing e comunicação, e que o fabricante esteja sempre presente na mente do reparador. 

RA – Faça suas considerações finais…

FG – Sinceramente, espero manter nossos parceiros de longa data conosco e com essas mudanças atingir cada vez mais um número maior de empresas que desejem falar diretamente com o reparador, haja vista o nosso expertise em ações de grande relevância para esse mercado. Eu, a Fernanda Bononi e o Wanderlei Castro (área Comercial) estaremos sempre a postos para entender as necessidades de clientes e oferecer soluções viáveis e específicas para as mais diversas carências.

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